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quinta-feira, 5 de novembro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Ministro Eliseu Padilha participa de inauguração de voo regional no Rio Grande do Sul
| Padilha durante a solenidade. |
| Na chegada a Uruguaiana, as autoridades foram recepcionadas pelos representantes locais. |
| Eliseu Padilha e o deputado estadual Frederico Antunes. |
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Projeto de Eficiência Operacional passa a ser aplicado no aeroporto de Belém
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| Projeto de Eficiência Operacional passa a ser aplicado no aeroporto de Belém |
Leia mais em http://goo.gl/DckKRF
terça-feira, 6 de outubro de 2015
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Ministros Eliseu Padilha e Henrique Alves assinam acordo para aeroportos cederem espaço para turismo brasileiro
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Turismo de Minas Gerais será fortalecido pela aviação regional
Ouro Preto e Diamantina, integrantes do circuito das Cidades Históricas de Minas Gerais pelo acervo de construções do período colonial e arquitetura religiosa, estão entre os 33 municípios no Estado contemplados pelo Programa de Aviação Regional da Secretaria de Aviação da Presidência da República. Ao todo, 270 regiões do País receberão melhorias de infraestrutura aeroportuária, fortalecendo a vocação turística.
Berço da Inconfidência Mineira, Tiradentes será beneficiada indiretamente pelo investimento no aeroporto de São João Del Rei, cidade vizinha a 16km de distância. A região é considerada prioridade estratégica para o turismo nacional, segundo critérios técnicos do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, do Ministério do Turismo.
Em fase avançada de Anteprojeto – etapa que antecede o processo de licitação, bem como o início das obras – o aeroporto de Diamantina terá um novo pátio de aeronaves e nova taxiway, além da ampliação da pista de pouso e decolagem. Já Ouro Preto está em fase de Estudo Preliminar, quando são detalhadas as necessidades do aeródromo e definidos valores de investimento.
O programa - O Programa de Aviação Regional foi criado em 2012 com o objetivo de conectar o Brasil e levar desenvolvimento e serviços sociais a lugares distantes das capitais brasileiras. Para isso, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional.
Mais de 40 milhões de brasileiros vivem, hoje, a centenas de quilômetros do aeroporto mais próximo da região. O programa trabalha para encurtar essas distâncias, aproximando moradores e turistas dos aeroportos brasileiros. O objetivo é que 96% da população esteja a, no máximo, 100 quilômetros de um terminal aeroportuário.
O investimento é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil, composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita diretamente pelo governo federal, sem repasse de verbas a estados e municípios.
Fonte: Secretaria de Aviação Civil
terça-feira, 15 de setembro de 2015
O sucesso das concessões de aeroportos
Por Eliseu Padilha
Aprovadas pelos passageiros, concessões elevaram caixa da Secretaria de Aviação Civil e ajudarão na construção de mais aeroportos regionais
A Infraero foi detentora da exclusividade da operação dos aeroportos situados em capitais brasileiras até 2012. Durante 40 anos, a empresa produziu conhecimento, eficiência e experiência. A decisão da presidenta Dilma Rousseff de buscar a parceria do setor privado, para acelerar os necessários investimentos em nossa infraestrutura, fez com que tal fim chegasse também aos grandes aeroportos.
A primeira experiência de parceria, aqui para a construção e a operação aeroportuária, foi materializada com a concessão do novo aeroporto de Natal, denominado Aloísio Alves, localizado em São Gonçalo do Amarante, em 2011.
Em 2012 foram concedidos os aeroportos de Guarulhos, Brasília e Campinas (Viracopos), que estão com suas obras, compromissadas para a primeira etapa, concluídas ou muito próximas da conclusão. Em 2014 a parceria com operadores privados chegou aos aeroportos de Confins, em Belo Horizonte, e do Galeão, no Rio de Janeiro. Nestes, as obras estão no estágio inicial.
É importante registrar que nos seis aeroportos já concedidos, para elevá-los e mantê-los em alto nível no atendimento da demanda, serão investidos R$ 27 bilhões durante o prazo da concessão. Depois desse prazo, os aeroportos voltarão à posse da Infraero, sua proprietária, ou serão objeto de novo processo de concessão. Até o final de 2014 já havia sido investido, nestes aeroportos, o montante de R$ 6,85 bilhões.
Vejamos alguns indicadores do sucesso do programa, concebido e implantado no primeiro governo da presidenta Dilma: o primeiro e mais importante registro é o de que 81,4% dos passageiros, que embarcam ou desembarcam nos 15 principais aeroportos brasileiros, dizem que a operação aeroportuária em tais aeroportos é boa ou ótima. Mais de 150 mil usuários foram ouvidos em pesquisa contratada pela secretaria.
Fruto da parceria com os empreendedores privados, já foram investidos R$ 6,85 bilhões em três anos na infraestrutura de aeroportos públicos que foram concedidos.
Outro testemunho desse grande sucesso é que nos leilões para a concessão da operação de cinco dos aludidos aeroportos, o valor da outorga, somando os lances vencedores em cada certame, já garantiu ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) o montante de R$ 45 bilhões.
O sucesso das concessões é comprovado também na alta satisfação dos passageiros, no expressivo valor dos investimentos privados em aeroportos públicos e na captação para o FNAC de majestosa soma que assegura os investimentos da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República.
Esta continua avançando no aprimoramento do sistema aeroportuário do país e, em especial, na implantação da rede de 270 aeroportos regionais, que viabilizarão a integração dos brasileiros de todo país ao processo de desenvolvimento socioeconômico nacional.
Um sucesso puxa o outro. No caminho de tal desiderato, o governo federal iniciou os processos de concessões de mais quatro aeroportos: Salgado Filho (Porto Alegre), Hercílio Luz (Florianópolis), Luiz Eduardo Magalhães (Salvador) e Pinto Martins (Fortaleza).
Aberto o certame por qualificados atores do setor, foram feitos cem pedidos de autorização para participar dos Procedimentos para Manifestação de Interesse, para a elaboração dos estudos de viabilidade técnica e ambiental das obras e investimentos, com vistas a elevar seu nível de eficiência durante todo o prazo de concessão.
Cem manifestações de interesse para quatro aeroportos é uma demanda que, sem dúvida, marca o início de mais uma etapa de grande sucesso do Programa de Investimentos em Logística do governo federal. Não há dúvida de que o Programa de Concessões Aeroportuárias do governo federal é um caso de grande sucesso.
ELISEU PADILHA, 69 anos, é ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República
Artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo - 15/09/2015 - http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/233029-o-sucesso-das-concessoes-de-aeroportos.shtml
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Eliseu Padilha participa de evento da Abear
O ministro da Aviação, Eliseu Padilha, participou hoje (10) de palestra-almoço com os representantes das companhias aéreas. O evento foi promovido pela Abear. Padilha defendeu o crescimento e a melhoria do setor, que beneficiará diretamente o passageiro/usuário.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Turismo gaúcho ganha impulso com Programa de Aviação Regional
A cidade gaúcha de Gramado – conhecida pelo Festival de Cinema e pelo Natal Luz, pelas baixas temperaturas que formam paisagens típicas de inverno e pelos os fortes traços da cultura alemã – ganhará um aeroporto construído do zero com investimentos do Programa de Aviação Regional, da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República. O destino é um dos 15 municípios do Rio Grande do Sul que receberão melhorias de infraestrutura aeroportuária, fortalecendo a vocação turística da Serra Gaúcha
Atualmente, o principal acesso à cidade é feito pelo Aeroporto Internacional de Porto Alegre – Salgado Filho, que fica a cerca de 115 Km de distância. Ao desembarcar na capital do Estado, o passageiro ainda percorre trecho rodoviário com duração estimada em duas horas para chegar a Gramado. A construção do aeródromo facilita o acesso à região turística que recebe cerca de 5 milhões de visitantes anualmente. O projeto de construção do aeródromo está em fase de Estudo de Viabilidade Técnica (EVT), onde a topografia do local é analisada e o tamanho do aeroporto é definido, com base em estudos socioeconômicos. Para conhecer mais sobre as cinco etapas do Programa de Aviação Regional e acompanhar a evolução dos aeroportos clique aqui.
Bento Gonçalves, também considerado um destino turístico estratégico do Estado gaúcho, está entre os municípios beneficiados indiretamente pelo programa. Isso porque um novo aeroporto será construído na cidade vizinha de Caxias do Sul, criando uma nova e rápida conexão da chamada Região da Uva e Vinho ao restante do país.
Os municípios de Gramado e Bento Gonçalves foram selecionados para integrar o Programa de Aviação Regional atendendo a critérios técnicos do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, do Ministério do Turismo.
MAIS BARATO - A Lei dos Subsídios (nº 13.097), que aguarda regulamentação do Poder Executivo, prevê a redução dos custos de operação de rotas regionais, que chegam a ser 31% mais caras que os trechos operados entre capitais. O objetivo é aumentar o interesse das empresas aéreas e expandir a malha aérea do País, ampliando o fluxo de passageiros para cidades fora dos grandes centros urbanos. Se aprovada, a regulamentação da Lei vai normatizar o subsídio de 50% da ocupação da aeronave ou até 60 passageiros em todo o País (à exceção da Amazônia Legal), além de subsídios nas tarifas e rotas em aeroportos com movimentação anual de 600 mil passageiros.
O PROGRAMA - O Programa de Aviação Regional foi criado em 2012 com o objetivo de conectar o Brasil e levar desenvolvimento e serviços sociais a lugares distantes das capitais brasileiras. Para isso, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional.
Mais de 40 milhões de brasileiros vivem, hoje, a centenas de quilômetros do aeroporto mais próximo da região. O programa trabalha para encurtar essas distâncias, aproximando moradores e turistas dos aeroportos brasileiros. O objetivo é que 96% da população esteja a, no máximo, 100 quilômetros de um terminal aeroportuário.
O investimento é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita diretamente pelo governo federal, sem repasse de verbas a estados e municípios.
Fonte: Secretaria de Aviação Civil
sábado, 5 de setembro de 2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Comitê estuda ampliar capacidade do aeroporto de Palmas para Jogos Indígenas
O Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues, em Palmas (TO), vai receber, ainda em agosto, visita técnica para medir a capacidade de pista do terminal e avaliar a necessidade de ampliar o número de pousos e decolagens no local, para atendimento aos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. A capital do Tocantins sedia o evento internacional de 23 de outubro a 1º de novembro.
A decisão foi tomada em reunião do Comitê Técnico de Operações Especiais (CTOE), grupo formado por vários órgãos do Governo Federal que integram a Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero), coordenada pela Secretaria de Aviação Civil. A comissão da visita técnica será formada por representantes do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), órgão comandado pela Aeronáutica, e da Infraero, responsável pela gestão do aeroporto de Palmas.
Na mesma reunião, a Infraero também solicitou a internacionalização provisória do terminal, no período dos Jogos, para chefes de Estado que acompanharão a competição. Neste caso, a Receita Federal teria, por exemplo, a competência de “alfandegar” o aeroporto, ou seja, implementar de forma temporária a fiscalização aduaneira.
O TRABALHO - O grupo vai avaliar as condições do aeroporto de Palmas para receber os cerca de mil atletas de 24 países que participarão da competição, além dos dez chefes de Estado que, segundo previsão, deverão visitar a cidade durante o evento. Os técnicos do CGNA e da Infraero irão avaliar itens como capacidade do pátio, categoria das aeronaves, visibilidade em situações meteorológicas, direção do vento e qualidade da pista.
As delegações internacionais devem chegar a Palmas para o evento esportivo entre os dias 18 e 20 de outubro, e a abertura do evento será realizada no dia 23. Os competidores desembarcarão no Brasil principalmente por meio dos aeroportos de Brasília (DF), Guarulhos (SP), Galeão (RJ) e Belém (PA) – no caso, os indígenas da Guiana Francesa. Apenas a delegação do Paraguai optou por chegar de ônibus à competição, em uma rota que atravessa o Mato Grosso do Sul.
DISPUTAS - As disputas na Vila dos Jogos são divididas em modalidades competitivas, demonstrativas e o chamado “jogo ocidental”. As competitivas são modalidades comuns a todas as delegações, como tiro com arco e flecha, atletismo, arremesso de lança, cabo de força, corrida com toras, lutas corporais, corrida de velocidade rústica e canoagem rústica, além do xikunahati – uma espécie de vôlei disputado em um campo de futebol e onde só se pode tocar a bola com a cabeça. As modalidades demonstrativas serão apresentadas por alguns países, em competições que são tradicionais de cada nação. O “jogo ocidental” é o futebol.
INFRAESTRUTURA - O aeroporto de Palmas (TO) tem área total construída de 12.300m². No ano passado, 618 mil passageiros passaram pelo terminal. As dimensões da pista de pouso são 45m x 2.500m, com capacidade para operar aeronaves do porte do Boeing 767. O aeroporto tem dois pátios, um para aviação regular e outro para aviação geral.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Aviação regional fortalece destinos turísticos do Paraná
As Cataratas de Foz do Iguaçu, ícone internacional de turismo no Brasil, e a bela cidade litorânea de Paranaguá (PR), a mais antiga do Estado, estão entre os cartões postais brasileiros que serão beneficiados pelos investimentos do Programa de Aviação Regional. Os destinos foram selecionados pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) em parceria com o Ministério do Turismo, atendendo a critérios técnicos do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional.
Com operação ativa de voos regulares por companhias aéreas, o aeroporto de Foz do Iguaçu vai contar com ampliação do pátio de aeronaves e da pista de pouso e decolagem, além da construção de uma nova faixa de taxiway. O projeto está em fase de Estudo Preliminar (EP), quando são detalhadas as necessidades do aeródromo e definidos valores de investimento.
Em Paranaguá, o aeródromo já existente também vai passar por reformas no sítio aeroportuário. Dentre as obras previstas estão: a construção de um novo terminal de passageiros, ampliação do pátio de aeronaves, além da recuperação da pista de pouso e decolagem e da faixa de taxiway. O planejamento está na segunda fase do programa – Estudo Preliminar (EP). Apesar de não operar voos regulares, as companhias aéreas já demonstraram interesse pelo aeródromo que atende uma importante região turística e econômica do Estado.
A principal geração de renda vem da atividade portuária e o acesso ao litoral se dá por meio de barcos que partem de Paranaguá e Pontal do Paraná (Balneário Pontal do Sul). A viagem demora em torno de uma hora e meia. Para chegar a esses locais, é necessário embarcar em um ônibus e depois pegar uma balsa. O acesso por via aérea está atualmente disponível somente aos passageiros que partem do Aeroporto de Curitiba, que fica a cerca de 120 km de distância. Com as melhorias na infraestrutura do aeroporto de Paranaguá, turistas e moradores ganharão um acesso mais ágil ao destino.
Mais barato - A Lei dos Subsídios (nº 13.097), que aguarda regulamentação do Poder Executivo, prevê a redução dos custos de operação de rotas regionais, que chegam a ser 31% mais caras que os trechos operados entre capitais. O objetivo é aumentar o interesse das empresas aéreas e expandir a malha aérea do País, ampliando o fluxo de passageiros para cidades fora dos grandes centros urbanos. Se aprovada, a regulamentação da Lei vai normatizar o subsídio de 50% da ocupação da aeronave ou até 60 passageiros em todo o País (à exceção da Amazônia Legal), além de subsídios nas tarifas e rotas em aeroportos com movimentação anual de 600 mil passageiros.
O programa - O Programa de Aviação Regional foi criado em 2012 com o objetivo de conectar o Brasil e levar desenvolvimento e serviços sociais a lugares distantes das capitais brasileiras. Para isso, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional.
Mais de 40 milhões de brasileiros vivem, hoje, a centenas de quilômetros do aeroporto mais próximo da região. O programa trabalha para encurtar essas distâncias, aproximando moradores e turistas dos aeroportos brasileiros. O objetivo é que 96% da população esteja a, no máximo, 100 quilômetros de um terminal aeroportuário.
O investimento é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita diretamente pelo governo federal, sem repasse de verbas a estados e municípios.
Fonte: Secretaria de Aviação Civil
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Rio de Janeiro será beneficiado pelo programa de aviação regional
A viagem atual de quase 3 horas por estrada entre a capital Rio de Janeiro e Angra dos Reis vai diminuir para aproximadamente 30 minutos de avião com o programa de aviação regional. Paraty e Búzios, também citadas no estudo de competitividade dos destinos de desenvolvimento turístico fora das capitais, do Ministério do Turismo, serão beneficiadas direta ou indiretamente pelo investimento em infraestrutura aeroportuária do governo federal.
O aeroporto de Angra está em fase de anteprojeto e licenciamento ambiental – a última antes do início do processo de licitação. Será construído um novo terminal de passageiros, ampliação e recuperação da pista de pouso e decolagem, novo pátio de aeronaves e nova seção contraincêndio.
O município é conhecido pela beleza de suas ilhas e sua riqueza cultural. A Ilha Grande, considerada o principal atrativo do município, possui restaurantes, sinalização turística, lanchonetes e lojas de souvenirs. Outro atrativo que obteve grande destaque no estudo foi a Usina Nuclear de Angra dos Reis, que atrai visitantes o ano todo.
O aeroporto da colonial Paraty está em fase de Estudo de Viabilidade Técnica – etapa em que é estudada a topografia do local e definido o tamanho do aeroporto necessário para atender a região com base em estudos sócio-econômicos. A Feira Literária de Paraty mobiliza turistas de todo o País.
Búzios não está incluído no programa, mas contará com os benefícios do aeroporto de Cabo Frio, que será ampliado e modernizado. Uma das premissas do programa é que 96% da população esteja a, pelo menos, 100 km de um terminal.
Fonte: Secretaria de Aviação Civil
sábado, 15 de agosto de 2015
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Aeroportos concedidos são mais bem avaliados, aponta pesquisa
Há mais de dois anos, é permanente a evolução da satisfação geral dos passageiros com os aeroportos brasileiros. No 1º trimestre de 2013, quando foi realizada a primeira rodada da Pesquisa Trimestral de Satisfação do Passageiro pela Secretaria de Aviação Civil, só 3 dos 14 aeroportos pesquisados obtiveram notas acima de 4 (o aeroporto São Gonçalo do Amarante, em Natal, ainda não participava da pesquisa, porque ainda não tinha sido inaugurado). Já neste 2º trimestre de 2015, dez trimestres depois, 13 em 15 terminais tiveram notas acima de 4. A média foi de 4,09. Naquele 1º trimestre de 2013, essa nota era 3,86 – uma diferença de 0,27 décimos.
O salto é considerável quando se lida com números superlativos como os registrados pelos 15 aeroportos que concentram 80% de todo o movimento de passageiros no país, 172 milhões no ano passado.
O maior aeroporto da Europa, Heathrow, em Londres, soltou um relatório para o mercado de investidores no setor quando a ACI (Airport Council International) registrou alta de 0,3 décimos na satisfação dos passageiros de 2012 para 2013. A nota para o indicador, numa escala de 1 a 5, subiu de 3,94 para 3,97. No relatório aos investidores, a direção do aeroporto informava: “Atingiu (Heathrow) um recorde de desempenho de 3,97, refletindo notável melhoria sobre o último ano”. As pesquisas da ACI e a da Secretaria de Aviação seguem metodologias semelhantes.
“Subir 0,27 décimos no conceito dos passageiros é resultado de um imenso esforço dos operadores dos terminais, que podem ser traduzidos em forte investimento em infraestrutura e melhoria constante da gestão dos negócios aeroportuários”, comemora o ministro da Secretaria de Aviação, Eliseu Padilha.
A nota 4 como meta de satisfação geral foi combinada como a ideal entre a Secretaria e os gestores dos 15 aeroportos pesquisados no 2º Seminário de Autoridades Aeroportuárias, em 2014. Eles estabeleceram que a nota mínima 4 seria um bom indicador para traduzir uma gestão eficiente. Terminaram aquele ano com média 3,94 e somente oito dos 15 aeroportos dentro da nota desejada.
Nesta quarta e quinta-feira (4 e 5 de agosto), eles estarão reunidos para o 3º Seminário de Autoridades Aeroportuárias. Só que agora vem para contar como fizeram para melhorar tanto e tão rapidamente. A ideia é compartilhar experiências bem-sucedidas de gestão. No último ano, 14 dos 15 aeroportos pesquisados conquistaram melhora em relação ao próprio desempenho. A exceção foi Salvador, que teve retração de 2,6% no período.
As 11 empresas habilitadas a fazerem os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental dos aeroportos internacionais de Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre, também foram convidadas a participarem do evento.
CURITIBA E GUARULHOS - O aeroporto de Curitiba (PR) foi escolhido o melhor pelos passageiros, com nota média de 4,43. O que mais evoluiu foi o aeroporto de Guarulhos (SP), subiu 28,6%, em relação a si mesmo, no índice “Satisfação Geral do Passageiro”, passando de uma nota média de 3,14 no 2º trimestre de 2014 para 4,04, no 2º trimestre de 2015.
O maior aeroporto do País recebeu 39,2 milhões de passageiros em 2014 – 25,7 milhões domésticos e 13,4 milhões de origem internacional; e movimentou 504 mil toneladas de cargas no ano passado, a maior parte de origem internacional. Heathrow, que comemorou a melhoria de 0,3 décimos de 2012 para 2013, movimentou 73 milhões de passageiros em 2014.
A percepção positiva dos passageiros sobre Guarulhos foi obtida por causa das obras entregues no último ano. Essa percepção tende a crescer com a entrega das próximas obras. O foco é a modernização dos terminais 1 e 2, com conclusão prevista para o 2º semestre de 2016. O corredor de circulação nos saguões passará de 3m para 7m de largura e as áreas de check-in, restituição de bagagem e embarque e desembarque estão sendo ampliadas.
Já o Aeroporto Internacional de Curitiba, o mais bem avaliado, também liderou em 17 das 48 categorias da pesquisa. No item “Disponibilidade de Táxi” alcançou a nota máxima (5). Apenas a qualidade da Sala VIP do Aeroporto Internacional de Manaus – Eduardo Gomes (AM) conquistou a mesma menção, na opinião dos usuários.
Neste 2º trimestre de 2015, 12.700 passageiros foram ouvidos pela Praxian – Business & Marketing. A pesquisa tem confiabilidade de 95%.
PRINCIPAIS DADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DE PASSAGEIROS
NOTAS 4 e 5
83% das notas da Pesquisa de Satisfação dos Passageiros são 4 e 5.
No segundo trimestre de 2014, esse percentual era de 69%.
SATISFAÇÃO GERAL
13 aeroportos obtiveram nota acima de 4.
No segundo trimestre de 2014, apenas 5 aeroportos tiveram essa média.
TEMPO DE FILA DA INSPEÇÃO DE SEGURANÇA
Todos os 15 aeroportos alcançaram notas acima de 4;
No segundo trimestre de 2014, foram 12 terminais acima dessa média.
DISPONIBILIDADE DE BANHEIRO
O número de aeroportos com nota acima de 4 passou para 10;
No segundo trimestre de 2014, seis aeroportos obtiveram essa média.
DISPONIBILIDADE DE ASSENTOS NO EMBARQUE
O número de aeroportos com nota acima de passou para 12;
No segundo trimestre de 2014, foram 8 aeroportos acima dessa média.
TEMPO DE FILA DE CHECK-IN (GUICHÊ)
Todos os 15 aeroportos alcançaram notas acima de 4;
No segundo trimestre de 2014, foram 9 aeroportos acima dessa média.
TEMPO DE FILA NA IMIGRAÇÃO
O número de aeroportos com nota acima de 4 chegou a 8
No segundo trimestre de 2014, apenas 1 aeroporto passou dessa média.
TEMPO DE FILA NA ADUANA
Dez aeroportos conquistaram nota acima de 4 nesse indicador;
No segundo trimestre de 2014, apenas 6 aeroportos conquistaram essa média.
AEROPORTO DE BRASÍLIA
A quantidade de indicadores com notas acima de 4 passou de 26, no segundo trimestre de 2014, para 34, no mesmo período deste ano. A Pesquisa Trimestral de Satisfação do Passageiro tem 48 itens.
AEROPORTO DE MANAUS
A quantidade de indicadores com notas acima de 4 passou de 6 para 31, comparando o segundo trimestre de 2014 com o segundo trimestre de 2015.
AEROPORTO DE SALVADOR
A quantidade de indicadores com notas acima de 4 passou de 15 para 18, comparando o segundo trimestre de 2014 com mesmo período deste ano.
Fonte: Secretaria de Aviação Civil
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Em Porto Alegre, ministro Eliseu Padilha participa do evento Prato do Dia
O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, realizou, na sexta-feita (31/07), palestra sobre a Aviação Regional no Rio Grande do Sul. O evento foi promovido pelo PMDB de Porto Alegre e faz parte da reunião-almoço Prato do Dia.
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