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terça-feira, 27 de outubro de 2015

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Turismo de Minas Gerais será fortalecido pela aviação regional

Ouro Preto e Diamantina, integrantes do circuito das Cidades Históricas de Minas Gerais pelo acervo de construções do período colonial e arquitetura religiosa, estão entre os 33 municípios no Estado contemplados pelo Programa de Aviação Regional da Secretaria de Aviação da Presidência da República. Ao todo, 270 regiões do País receberão melhorias de infraestrutura aeroportuária, fortalecendo a vocação turística. 

Turismo de Minas Gerais será fortalecido pela aviação regional - Eliseu Padilha
Berço da Inconfidência Mineira, Tiradentes será beneficiada indiretamente pelo investimento no aeroporto de São João Del Rei, cidade vizinha a 16km de distância. A região é considerada prioridade estratégica para o turismo nacional, segundo critérios técnicos do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, do Ministério do Turismo.

Em fase avançada de Anteprojeto – etapa que antecede o processo de licitação, bem como o início das obras – o aeroporto de Diamantina terá um novo pátio de aeronaves e nova taxiway, além da ampliação da pista de pouso e decolagem. Já Ouro Preto está em fase de Estudo Preliminar, quando são detalhadas as necessidades do aeródromo e definidos valores de investimento. 

O programa - O Programa de Aviação Regional foi criado em 2012 com o objetivo de conectar o Brasil e levar desenvolvimento e serviços sociais a lugares distantes das capitais brasileiras. Para isso, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional.

Mais de 40 milhões de brasileiros vivem, hoje, a centenas de quilômetros do aeroporto mais próximo da região. O programa trabalha para encurtar essas distâncias, aproximando moradores e turistas dos aeroportos brasileiros. O objetivo é que 96% da população esteja a, no máximo, 100 quilômetros de um terminal aeroportuário.

O investimento é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil, composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita diretamente pelo governo federal, sem repasse de verbas a estados e municípios. 

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Turismo gaúcho ganha impulso com Programa de Aviação Regional

Turismo gaúcho ganha impulso com Programa de Aviação Regional
A cidade gaúcha de Gramado – conhecida pelo Festival de Cinema e pelo Natal Luz, pelas baixas temperaturas que formam paisagens típicas de inverno e pelos os fortes traços da cultura alemã – ganhará um aeroporto construído do zero com investimentos do Programa de Aviação Regional, da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República. O destino é um dos 15 municípios do Rio Grande do Sul que receberão melhorias de infraestrutura aeroportuária, fortalecendo a vocação turística da Serra Gaúcha

Atualmente, o principal acesso à cidade é feito pelo Aeroporto Internacional de Porto Alegre – Salgado Filho, que fica a cerca de 115 Km de distância. Ao desembarcar na capital do Estado, o passageiro ainda percorre trecho rodoviário com duração estimada em duas horas para chegar a Gramado. A construção do aeródromo facilita o acesso à região turística que recebe cerca de 5 milhões de visitantes anualmente. O projeto de construção do aeródromo está em fase de Estudo de Viabilidade Técnica (EVT), onde a topografia do local é analisada e o tamanho do aeroporto é definido, com base em estudos socioeconômicos. Para conhecer mais sobre as cinco etapas do Programa de Aviação Regional e acompanhar a evolução dos aeroportos clique aqui.

Bento Gonçalves, também considerado um destino turístico estratégico do Estado gaúcho, está entre os municípios beneficiados indiretamente pelo programa. Isso porque um novo aeroporto será construído na cidade vizinha de Caxias do Sul, criando uma nova e rápida conexão da chamada Região da Uva e Vinho ao restante do país.

Os municípios de Gramado e Bento Gonçalves foram selecionados para integrar o Programa de Aviação Regional atendendo a critérios técnicos do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, do Ministério do Turismo.

MAIS BARATO - A Lei dos Subsídios (nº 13.097), que aguarda regulamentação do Poder Executivo, prevê a redução dos custos de operação de rotas regionais, que chegam a ser 31% mais caras que os trechos operados entre capitais. O objetivo é aumentar o interesse das empresas aéreas e expandir a malha aérea do País, ampliando o fluxo de passageiros para cidades fora dos grandes centros urbanos. Se aprovada, a regulamentação da Lei vai normatizar o subsídio de 50% da ocupação da aeronave ou até 60 passageiros em todo o País (à exceção da Amazônia Legal), além de subsídios nas tarifas e rotas em aeroportos com movimentação anual de 600 mil passageiros.

O PROGRAMA - O Programa de Aviação Regional foi criado em 2012 com o objetivo de conectar o Brasil e levar desenvolvimento e serviços sociais a lugares distantes das capitais brasileiras. Para isso, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional.

Mais de 40 milhões de brasileiros vivem, hoje, a centenas de quilômetros do aeroporto mais próximo da região. O programa trabalha para encurtar essas distâncias, aproximando moradores e turistas dos aeroportos brasileiros. O objetivo é que 96% da população esteja a, no máximo, 100 quilômetros de um terminal aeroportuário.

O investimento é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita diretamente pelo governo federal, sem repasse de verbas a estados e municípios.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Comitê estuda ampliar capacidade do aeroporto de Palmas para Jogos Indígenas

Comitê estuda ampliar capacidade do aeroporto de Palmas para Jogos Indígenas
O Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues, em Palmas (TO), vai receber, ainda em agosto, visita técnica para medir a capacidade de pista do terminal e avaliar a necessidade de ampliar o número de pousos e decolagens no local, para atendimento aos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. A capital do Tocantins sedia o evento internacional de 23 de outubro a 1º de novembro.

A decisão foi tomada em reunião do Comitê Técnico de Operações Especiais (CTOE), grupo formado por vários órgãos do Governo Federal que integram a Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero), coordenada pela Secretaria de Aviação Civil. A comissão da visita técnica será formada por representantes do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), órgão comandado pela Aeronáutica, e da Infraero, responsável pela gestão do aeroporto de Palmas.

Na mesma reunião, a Infraero também solicitou a internacionalização provisória do terminal, no período dos Jogos, para chefes de Estado que acompanharão a competição. Neste caso, a Receita Federal teria, por exemplo, a competência de “alfandegar” o aeroporto, ou seja, implementar de forma temporária a fiscalização aduaneira.

O TRABALHO - O grupo vai avaliar as condições do aeroporto de Palmas para receber os cerca de mil atletas de 24 países que participarão da competição, além dos dez chefes de Estado que, segundo previsão, deverão visitar a cidade durante o evento. Os técnicos do CGNA e da Infraero irão avaliar itens como capacidade do pátio, categoria das aeronaves, visibilidade em situações meteorológicas, direção do vento e qualidade da pista.

As delegações internacionais devem chegar a Palmas para o evento esportivo entre os dias 18 e 20 de outubro, e a abertura do evento será realizada no dia 23. Os competidores desembarcarão no Brasil principalmente por meio dos aeroportos de Brasília (DF), Guarulhos (SP), Galeão (RJ) e Belém (PA) – no caso, os indígenas da Guiana Francesa. Apenas a delegação do Paraguai optou por chegar de ônibus à competição, em uma rota que atravessa o Mato Grosso do Sul.

DISPUTAS - As disputas na Vila dos Jogos são divididas em modalidades competitivas, demonstrativas e o chamado “jogo ocidental”. As competitivas são modalidades comuns a todas as delegações, como tiro com arco e flecha, atletismo, arremesso de lança, cabo de força, corrida com toras, lutas corporais, corrida de velocidade rústica e canoagem rústica, além do xikunahati – uma espécie de vôlei disputado em um campo de futebol e onde só se pode tocar a bola com a cabeça. As modalidades demonstrativas serão apresentadas por alguns países, em competições que são tradicionais de cada nação. O “jogo ocidental” é o futebol. 

INFRAESTRUTURA - O aeroporto de Palmas (TO) tem área total construída de 12.300m². No ano passado, 618 mil passageiros passaram pelo terminal. As dimensões da pista de pouso são 45m x 2.500m, com capacidade para operar aeronaves do porte do Boeing 767. O aeroporto tem dois pátios, um para aviação regular e outro para aviação geral.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Aviação regional fortalece destinos turísticos do Paraná

Aviação Regional fortalece destinos turísticos do Paraná
As Cataratas de Foz do Iguaçu, ícone internacional de turismo no Brasil, e a bela cidade litorânea de Paranaguá (PR), a mais antiga do Estado, estão entre os cartões postais brasileiros que serão beneficiados pelos investimentos do Programa de Aviação Regional. Os destinos foram selecionados pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) em parceria com o Ministério do Turismo, atendendo a critérios técnicos do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional.

Com operação ativa de voos regulares por companhias aéreas, o aeroporto de Foz do Iguaçu vai contar com ampliação do pátio de aeronaves e da pista de pouso e decolagem, além da construção de uma nova faixa de taxiway. O projeto está em fase de Estudo Preliminar (EP), quando são detalhadas as necessidades do aeródromo e definidos valores de investimento.

Em Paranaguá, o aeródromo já existente também vai passar por reformas no sítio aeroportuário. Dentre as obras previstas estão: a construção de um novo terminal de passageiros, ampliação do pátio de aeronaves, além da recuperação da pista de pouso e decolagem e da faixa de taxiway. O planejamento está na segunda fase do programa – Estudo Preliminar (EP). Apesar de não operar voos regulares, as companhias aéreas já demonstraram interesse pelo aeródromo que atende uma importante região turística e econômica do Estado.

A principal geração de renda vem da atividade portuária e o acesso ao litoral se dá por meio de barcos que partem de Paranaguá e Pontal do Paraná (Balneário Pontal do Sul). A viagem demora em torno de uma hora e meia. Para chegar a esses locais, é necessário embarcar em um ônibus e depois pegar uma balsa. O acesso por via aérea está atualmente disponível somente aos passageiros que partem do Aeroporto de Curitiba, que fica a cerca de 120 km de distância. Com as melhorias na infraestrutura do aeroporto de Paranaguá, turistas e moradores ganharão um acesso mais ágil ao destino.

Mais barato - A Lei dos Subsídios (nº 13.097), que aguarda regulamentação do Poder Executivo, prevê a redução dos custos de operação de rotas regionais, que chegam a ser 31% mais caras que os trechos operados entre capitais. O objetivo é aumentar o interesse das empresas aéreas e expandir a malha aérea do País, ampliando o fluxo de passageiros para cidades fora dos grandes centros urbanos. Se aprovada, a regulamentação da Lei vai normatizar o subsídio de 50% da ocupação da aeronave ou até 60 passageiros em todo o País (à exceção da Amazônia Legal), além de subsídios nas tarifas e rotas em aeroportos com movimentação anual de 600 mil passageiros.

O programa - O Programa de Aviação Regional foi criado em 2012 com o objetivo de conectar o Brasil e levar desenvolvimento e serviços sociais a lugares distantes das capitais brasileiras. Para isso, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional.

Mais de 40 milhões de brasileiros vivem, hoje, a centenas de quilômetros do aeroporto mais próximo da região. O programa trabalha para encurtar essas distâncias, aproximando moradores e turistas dos aeroportos brasileiros. O objetivo é que 96% da população esteja a, no máximo, 100 quilômetros de um terminal aeroportuário.

O investimento é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita diretamente pelo governo federal, sem repasse de verbas a estados e municípios.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil 

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Rio de Janeiro será beneficiado pelo programa de aviação regional

Rio de Janeiro será beneficiado pelo programa de aviação regional
A viagem atual de quase 3 horas por estrada entre a capital Rio de Janeiro e Angra dos Reis vai diminuir para aproximadamente 30 minutos de avião com o programa de aviação regional. Paraty e Búzios, também citadas no estudo de competitividade dos destinos de desenvolvimento turístico fora das capitais, do Ministério do Turismo, serão beneficiadas direta ou indiretamente pelo investimento em infraestrutura aeroportuária do governo federal.

O aeroporto de Angra está em fase de anteprojeto e licenciamento ambiental – a última antes do início do processo de licitação. Será construído um novo terminal de passageiros, ampliação e recuperação da pista de pouso e decolagem, novo pátio de aeronaves e nova seção contraincêndio.

O município é conhecido pela beleza de suas ilhas e sua riqueza cultural. A Ilha Grande, considerada o principal atrativo do município, possui restaurantes, sinalização turística, lanchonetes e lojas de souvenirs. Outro atrativo que obteve grande destaque no estudo foi a Usina Nuclear de Angra dos Reis, que atrai visitantes o ano todo.

O aeroporto da colonial Paraty está em fase de Estudo de Viabilidade Técnica – etapa em que é estudada a topografia do local e definido o tamanho do aeroporto necessário para atender a região com base em estudos sócio-econômicos. A Feira Literária de Paraty mobiliza turistas de todo o País.

Búzios não está incluído no programa, mas contará com os benefícios do aeroporto de Cabo Frio, que será ampliado e modernizado. Uma das premissas do programa é que 96% da população esteja a, pelo menos, 100 km de um terminal.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil 

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Aviação regional fortalecerá destinos turísticos na Bahia

Aviação regional fortalecerá destinos turísticos na BahiaO programa de aviação regional da Secretaria de Aviação Civil vai deixar as paisagens deslumbrantes e as praias paradisíacas da Bahia ainda mais perto dos turistas. Lençois, Maraú e Porto Seguro, citados no estudo de competitividade dos destinos de desenvolvimento turístico regional, do Ministério do Turismo, estão entre os 20 municípios baianos que receberão as melhorias de infraestrutura aeroportuária pelo governo federal.

Maraú, o paraíso escondido depois de Itacaré, ganhará um aeroporto construído do zero. Em fase de estudo preliminar, já é possível ter uma ideia de como ficará no futuro: será construído um terminal de passageiros de 682 m², um pátio de aeronaves e uma pista. A expectativa é que a estrutura atenda cerca de 40 mil passageiros por ano em 2025.

Atualmente, para chegar a Maraú, é preciso pegar 40 quilômetros de estrada de chão ou pegar uma lancha de Camamu até o vilarejo de Barra Grande. No caminho da estrada de terra, vários dendezeiros e lagoas criam um cenário exuberante. Muitos turistas alugam quadriciclos para conhecer melhor a região e chegar a praias pouco exploradas.

REFORMAS

Ao contrário de Maraú, Lençois e Porto Seguro já contam com aeroporto que atendem rotas comerciais e receberão melhorias pontuais. Ambos estão na fase mais avançada do projeto antes do processo de licitação, a de anteprojeto e licenciamento ambiental. No caso de Lençois, os investimentos serão na reforma e ampliação do terminal de passageiros, reforma na seção contraincêndio e recuperação do pátio de aeronaves e pista de pouso.

Trilhas e trekking são alguns dos esportes de aventura de quem visita a cidade – porta de entrada do Parque Nacional da Chapada Diamantina. Além de trilhas, trekkings e cachoeiras exuberantes, a cidade é considerada a Capital do Diamante, com suas ruas de pedras e seu estilo colonial.  

Já o aeroporto de Porto Seguro contará com recuperação da pista de pouso e decolagem, reforma do pátio de aeronaves e ampliação e reforma no terminal de passageiros, além da ampliação da seção contraincêndio. A cidade é atrativa pelas praias e grande movimentação noturna na orla.

MAIS BARATO

Além do investimento em infraestrutura aeroportuária, o governo federal vai garantir mais opções de voos e passagens mais baratas aos turistas por meio do programa de subsídios. O governo vai comprar assentos nos voos. Dessa forma, eles se tornam rentáveis para as companhias e as empresas conseguem oferecer preços inferiores à população. Hoje, uma passagem que sai ou chega em aeroporto regional chega a ser até 31% mais cara que as rotas entre capitais.

A lei que trata deste tema foi aprovada neste ano no Congresso Nacional e agora aguarda regulamentação da Presidência da República. A Amazônia Legal será a região mais beneficiada. Além de ser uma das principais belezas naturais do Brasil, depende do transporte aéreo para garantir os direitos básicos à população.

O PROGRAMA

O programa de aviação regional foi criado com o objetivo de conectar o Brasil e levar desenvolvimento e serviços sociais a lugares distantes dos grandes centros – como é o caso da Amazônia Legal. Para isso, a Secretaria de Aviação Civil vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional. A expectativa é que as primeiras licitações saiam ainda neste ano.

Todos os terminais passam por cinco etapas até estarem prontos. Dos 270, 255 já existiam. Destes, uns precisam de mais obras do que outros. Por isso, alguns vencem mais rapidamente as etapas necessárias para a entrega das obras

A ideia é deixar 96% da população a pelo menos 100 quilômetros de um terminal de passageiros. Atualmente, 40 milhões de pessoas estão a uma distância maior que esta de um aeródromo e apenas 77 aeroportos regionais operam voos comerciais com regularidade.

O investimento do programa é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. As contratações das empresas responsáveis pelos estudos e obras são feitos diretamente pelo governo federal e não há repasse de verbas a estados e municípios.



Fonte: Secretaria de Aviação Civil